Rogério Vilela

Bio

Um dos criadores do "Mundo Canibal".

Contrate

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Rogério Vilela nasceu na cidade de Penápolis, interior de São Paulo, comumente confundida com Patópolis, de Walt Disney.
Muito pequeno para ser jogador de vôlei, com ombros muito caídos para ser carteiro, com um Português muito correto para ser presidente, decidiu, desde criança, que seria algo diferente. Desenhava, fazia piadas com vozes diferentes e escrevia em terceira pessoa.
Por isso, hoje em dia, é comediante stand-up, ator, roteirista, quadrinhista, artista plástico, dublador, diretor de animação e um dos criadores do Mundo Canibal . Não necessariamente nesta ordem.

Já publicou tiras de quadrinhos com personagens próprios na Folha de São Paulo (Canibytes), escreveu para revistas como Galileu, Playboye Set, entre outras. Desenhou e escreveu para editoras americanas de Comics, como Marvel e Innovation. Roteirizou e atuou em quadros de programas de TV como Pânico na TV, Brothers (RedeTV), Beat-it. Fez participações especiais no Hoje em Diae Game Show, da Rede Record, Aventuras de Tiazinha na Band e concedeu entrevistas para programas como o do Jô Soares, SPTV, Circo do Edgard, Metropólis, etc.

À frente da produtora da Fábrica de Quadrinhos ganhou vários prêmios como ilustrador, quadrinhista, roteirista e diretor de curtas-metragens.
“Trabalho com o que sempre sonhei, mas meus sonhos insistem em mudar de lugar, o que faz com que eu fique mudando sempre o foco de meus trabalhos, e continue sonhando. Gosto de desenhar, atuar, escrever. E ouvir histórias, talvez mais do que contá-las.”

*O Mundo Canibal é, além de maior site de animações na net, referência no humor, com mais de 7 milhões de visitantes/mês e com mais de 30 produtos licenciados com os personagens, que vão de chicletes a mochilas.


Você sabia que Rogério Vilela…

Tem dificuldades em cozinhar e lembrar o nome das pessoas.
Não dorme nunca antes das 3h da madruga.
Usava tênis Kichute amarrado na canela.
Foi tri-campeão de montagem de quebra-cabeças do ABC, nos anos de 1981, 1982 e 1983.
Foi vice-campeão paulista de Jiu-Jitsu no ano 2000, faixa branca, peso pluma, master (só havia ele e outro lutador nesta categoria, neste ano).
É corinthiano e sofredor.
Chegou a treinar no time do Santo André, mas logo arranjou emprego numa agência do ABC, aos 14 anos, deixando seu pai beeem frustado, já que ele queria que o filho fosse jogador de futebol.
Por causa do futebol, operou o joelho duas vezes e a face, também duas. E mesmo assim, não desiste nunca. É brasileiro.
Já assoviou no Alaska, em 2007.
Odeia doce-de-leite e afirma que chocolate branco não é chocolate.
Não completou o álbum de figurinhas da Copa do Mundo de 2010.
É o único espécime de sua família que consegue encostar a língua em seu próprio nariz.